Crise em Portugal: 17/09/2010 "Puzzle informativo!"

 

 

Voilà!

Voilà le Portugal qui entre dans une période morose après les vacances d'été!

Voilà que l'on fait une petite chose par ci, une autre petite chose par là

mais, on ne s'attaque pas réellement au pouvoir de l'argent!

Voilà que la Présidence de la République n'a rien dit des efforts qu'elle

doit faire, face à la gravité de la situation...

Voilà que les Ministres ( à tous les niveaux de la pyramide), n'ont pas

apporté la preuve de réels efforts au profit de l'économie portugaise!

Voilà Messieurs les Banquiers qui n'ont pas réduit leurs salaires et leurs

prévilèges!

 

On s'attaque à l'enseignement ( qui devrait être le premier objectif)

pour le gouvernement.

On s'attaque à la Santé, sachant que les médicaments gratuits n'existeront plus donc, ceux qui sont très malades et, en plus, dans une situation financière déplorable, ne pourront pas s'ensortir!

 

On augmentera le Impôts. Oui, pour qui?!

Et, on n'a pas de w, ni pour les jeunes, ni pour les autres!!!

Alors, le Portugal se contente de dire qu'il exporte. OUi, à qui?!

A ceux qui n'ont pas d'argent pour leur payer comptant (Angola, Mozambique...), donc, non seulement on vend sans retour immédiat

mais, on met les pays clients en situation d'endettement vis-à-vis de l'Europe!

 

Mais, où allons-nous???

Qui soufflera dans la corne?!

Ce n'est pas moi!

Rosario Duarte da Costa

 Copyright

17/09/2010

 

 

I) Portugal: La fin des médicaments Gratuits!

 

www.ionline.pt

Fim dos medicamentos gratuitos e redução dos preços de todos os remédios. Duas medidas "compensatórias", segundo a ministra da Saúde Ana Jorge, aprovadas ontem pelo governo, em conselho de ministros. Na prática, o governo torna todos os medicamentos mais baratos 6%, mas retira privilégios para quem tinha medicamentos comparticipados a 100%, como os pensionistas. A partir de 1 de Outubro, as comparticipações para este regime especial são de 95% e "de 90% no escalão A do regime geral", lê-se no diploma.

A retirada de privilégios foi uma medida decidida no plano da redução do défice, admitiu Ana Jorge, e por isso, o governo espera com esta redução alcançar uma poupança de 250 milhões de euros. As despesas com medicamentos são cerca de 20% das factura da saúde.

Uma posição refutada pela Apifarma (Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica) que explica que os "cortes cegos" nos preços dos medicamentos "são incomportáveis para toda a cadeia do sector do medicamento, com impactos económicos imprevisíveis, mas, certamente, muito negativos", admitem os responsáveis e acrescentam que os cidadãos, ao contrário do defendido pelo Ministério da Saúde, vão pagar mais por alguns remédios. Ana Jorge garantiu ontem que está a negociar com os industriais mas que a medida "vai mesmo avançar".

A indústria farmacêutica já se tinha mostrado contra estes cortes, uma vez que assim perde margem de lucro na venda dos medicamentos. Também os armazenistas e as farmácias vão acabar por ser afectados por esta decisão do governo. A Apifarma acrescenta que esta decisão "não racional" do governo pode mesmo levar "a uma redução significativa do número de postos de trabalho em Portugal" e do "investimento das companhias farmacêuticas".

O PSD mostrou-se ontem contra estas medidas. Ao i o deputado Adão Silva diz que "o governo tem uma situação de despesa descontrolada no Serviço Nacional de Saúde e que por isso fez agora coisas ao contrário que tinha prometido ao retirar as comparticipações".

ABUSOS A justificação para o fim da gratuidade dos remédios foi a de que esta medida pretende ser "dissuasora dos abusos que se têm verificado", explicou a ministra. Uma posição com a qual o Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde não concorda. Manuel Villas Boas explicou ao i que "é evidente que há abusos mas era preferível uma maior fiscalização". Para que essa fiscalização seja mais eficiente, a ministra anunciou uma retirada dos apoios durante 24 meses para quem tentar enganar o Estado. Justifica a ministra com um pedido aos portugueses para "que usem o que têm direito de uma maneira honesta". Apesar desta medida, Ana Jorge acredita que a redução do preço vai ser "compensatória" até porque "vai beneficiar todos os utentes".

A partir de 1 de Março de 2011 o governo vai também comparticipar apenas medicamentos prescritos através da receita electrónica.

 

 

II) Portugal s'approche de la Grèce dit Miguel Macedo!

 

www.destak.pt

Assembleia

Miguel Macedo: Portugal aproxima-se da Grécia e Sócrates não tem "perdão"

16 | 09 | 2010   17.47H

O líder parlamentar do PSD, Miguel Macedo, considerou hoje que Portugal está a aproximar-se "perigosamente da situação da Grécia" e que José Sócrates "é um primeiro ministro sem perdão".

Destak/Lusa | destak@destak.pt

"Quando o Estado precisava de poupar mais, gasta ainda mais. Quando o Estado precisava de emagrecer, engorda ainda mais. Quando o Estado precisava de ser exemplo de disciplina, é referência de esbanjamento", declarou Miguel Macedo, numa declaração política, no Parlamento.

"É por tudo isto que os juros aumentam. Primeiro, os juros do financiamento de que precisamos para a nossa dívida e, a seguir, inevitavelmente, os juros que os bancos vão cobrar no pouco crédito que ainda concedem às pessoas e às famílias", sustentou, em seguida.

Segundo o líder parlamentar do PSD, em consequência do "desgoverno" do PS, "os mercados internacionais desconfiam ainda mais de Portugal" e o país depende "cada vez mais do Banco Central Europeu" para se financiar.

"Estamos, neste plano, a aproximar-nos perigosamente da situação da Grécia. Estamos a hipotecar os próximos orçamentos e as próximas gerações com mais impostos", considerou.

Miguel Macedo disse que, a continuar assim, "a economia não arranca nem arrancará" e haverá "cada vez mais desemprego" e acrescentou que, porque "prometeu criar 150 mil postos de trabalho e acaba a lançar o país na catástrofe de mais 600 mil portugueses no desemprego", José Sócrates "é um primeiro ministro sem perdão".

"É tempo de arrepiar caminho. É tempo de cortar na despesa inútil do Estado", de "acabar com serviços públicos inúteis, institutos públicos redundantes e empresas públicas parasitárias. Não podem ser só os cidadãos a pagar a fatura da crise sempre com mais impostos", defendeu.

 

www.destak.pt

 

 

III) Risque d'augmentaion des Impôts!

Louçã alerta para "risco" de novos aumentos de impostos

17 | 09 | 2010   08.00H

O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, alertou na quinta feira à noite para o "risco" de o Orçamento do Estado para 2011 conter novos aumentos de impostos com "o acordo do PS e do PSD".

Destak/Lusa | destak@destak.pt

"Percebe-se bem que se está a tecer o Orçamento do Estado para o próximo ano", que "tem o risco de conter novos aumentos de impostos, com o acordo do PS e do PSD" e "o agravamento das dificuldades das famílias", disse Francisco Louçã aos jornalistas, em Beja, à margem da sua intervenção num comício do Bloco de Esquerda evocativo do centenário da República.

Na sua intervenção, Francisco Louçã disse que, como há cem anos, "a República hoje não pode conviver com qualquer política que assente no subterfúgio, no engano, na mentira, na demagogia, no populismo, no arranjismo, nesta forma de acertar a orientação do país através do acordo de partidos para aumentar os impostos depois de terem prometido o contrário".

Segundo Francisco Louçã, um novo aumento de impostos "significa um país mais pobre, com mais dificuldades" e "quanto maiores são os sacrifícios, mais sacrifícios são exigidos e pior é a situação que exige mais sacrifícios".

Ou seja, "estamos numa espécie de círculo vicioso das políticas económicas", lamentou, frisando que "o ajustamento do défice está a prejudicar a vida social em Portugal e, ao mesmo tempo, não está a relançar a economia".

"A política do Programa de Estabilidade e Crescimento conduziu a um aumento de impostos, ao mesmo tempo que há um aumento do endividamento e com uma corrida aos juros dos empréstimos, que vai agravando as dificuldades estruturais da economia portuguesa", realçou.

"É difícil cumprir as metas do défice se a economia portuguesa não recuperar e não criar emprego", afirmou Francisco Louçã, defendendo que "a chave da alteração da economia portuguesa e o problema fundamental é criar emprego".

Por isso, frisou, no debate sobre o Orçamento do Estado para 2011, "ao contrário da intenção de aumentar impostos e reduzir os apoios sociais, que o PS e o PSD compartilham", a "preocupação" do Bloco de Esquerda "concentra-se em duas prioridades: uma política económica que possa estar orientada para o emprego e a justiça social".

 

 

IV) Gouvernement portugais désiste la continuité du TGV

www.destak.pt

troço Lisboa-Poceirão

Governo desiste (para já) do TGV

17 | 09 | 2010   08.03H

O Governo anulou o concurso público internacional relativo à construção da linha do Transporte de Grande Velocidade (TGV) no troço Lisboa-Poceirão, segundo um despacho publicado hoje em Diário da República.

actualizado às 10h00

A decisão é justificada com a “significativa e progressiva degradação da conjuntura económica e financeira” de Portugal, situação decorrente da “grave e conhecida crise financeira mundial”.

O despacho número 14505/2010, assinado a 10 de setembro, pelos ministérios das Finanças e das Obras Públicas, refere ainda que o concurso necessitaria de “uma grande parcela de financiamento privado” e do apoio da banca comercial.

“O aumento dos custos de financiamento, em virtude da conjuntura económica implicaria, à semelhança do já verificado em outros processos de concurso de concessão de obras públicas de infraestruturas de transportes, um agravamento das condições das propostas dos concorrentes para além dos limites admitidos pelas normas que regulam o procedimento concursal”, lê-se no despacho.

Razões, pelas quais o Governo determina “não adjudicar o concurso público internacional" para a concessão do projeto, construção, financiamento, manutenção e disponibilização por todo o período da concessão do troço Lisboa-Poceirão.

O despacho determina ainda que a decisão de não adjudicação deve ser comunicada aos concorrentes "no prazo de cinco dias", a contar da data da assinatura do documento hoje publicado em Diário da República.

O despacho é assinado pelo secreto de Estado do Tesouro e Finanças, Carlos Costa Pina, em nome do ministro de Estado e das Finanças, e pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonç

 

 
 
V) Banques Portugaises:
 
 
Banca

Banqueiros pedem maior controlo orçamental

Económico  
17/09/10 00:05

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Comunidade

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São precisos resultados concretos e substanciais de redução da despesa e de maior controlo do défice. Foi esta a mensagem passada ontem pelos presidentes do BPI e do BCP.

Fernando Ulrich, que falava à margem de uma conferência sobre empresas ibéricas, organizada pelo banco, disse que "a sensação que temos é que os investidores querem ver resultados concretos da política de redução do défice orçamental". Resultados esses, nomeadamente, das medidas de redução da despesa já tomadas. O responsável referiu que era preciso esperar também pela proposta de lei do Orçamento de 2011. "É muito importante para o mercado que seja uma proposta forte e que depois venha recolher apoio maioritário" no Parlamento, disse ainda o presidente do BPI.

Também Carlos Santos Ferreira, que participava ontem numa cerimónia do Instituto de Direito Económico, Financeiro e Fiscal da Faculdade de Direito de Lisboa, defendeu que "é indispensável e imprescindível controlar as despesas". O presidente do Millenium BCP não se quis alongar mais sobre o tema, lembrando que o orçamento está a ser preparado "na sede própria".

*Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico

 

 

VI) Le journal économique hoje dit que le portugal continue à creuser da dette sous la pression des Taxes!

 

www.oje.pt

Portugal volta a emitir dívida sob pressão de taxas
Economia
17/09/10, 01:05
OJE

A República Portuguesa vai voltar ao mercado internacional de dívida na quarta-feira, com a colocação de duas linhas de Obrigações do Tesouro a quatro e a 10 anos.

 
A emissão, em que o Instituto de Gestão Financeira espera um encaixe entre os 750 e os mil milhões de euros, tem um juro indicativo de 3,6% e 4,8% para as OT 2014 e OT 2020, respectivamente.
Esta emissão vai ser feita num momento em que existe alguma turbulência nos mercados financeiros, com as yields das obrigações de longo prazo nacionais a registarem subidas para próximo dos 6%.
O mercado internacional de dívida soberana está a ser "encharcado" por emitentes de vários países da Zona Euro, prevendo-se uma oferta global de 27 mil milhões de euros durante esta semana. Os emitentes do "club med" têm dificuldades acrescidas e, no caso de Portugal, os analistas têm comentado as dificuldades das contas públicas, com um nível de endividamento a crescer rapidamente.
Dados do jornal "Público" davam conta de um aumento da dívida líquida nos primeiros oito meses, que quase atingiu o limite do endividamento autorizado no OE para todo o ano.
Pedro Silva Pereira, o ministro da Presidência, garantiu, citado pela Lusa, que o Governo cumprirá a meta do défice nos 7,3% e ainda que 90% das necessidades de financiamento do ano estão asseguradas.

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