Comportements anti-sociaux! "Handicap et Solidarité)

Bonjour:




Comme chaque jour, j'ai parcouru la presse dès le matin. Lors de la lecture d'un journal portugais
"Jornal de Noticias", j'ai senti un mal être avec cet article
qui fait allusion à une maman anglaise, - dont la fille était handicapée et qui a subi durant des années des abus des ses voisins.
La situation étant devenue insupportable, cette maman a décidé de tuer sa fille puis, de se suicider!
Or, l'Angleterre n'est pas très loin de la France...
Et en France -on le sait-, on
reproduit aussi des telles situations vis-à-vis des personnes déficientes!
Il faudrait - à mon avis-, mieux éduquer nos jeunes, mieux informer la société car, un handicapé est une personne comme vous et moi, nous le savons!

Il serait aussi intéressant, de faire ajouter un article de plus à la "Convention des Bailleurs», les propriétaires devant informer les locataires de leurs Droits, mais aussi de leurs Obligations "vis à vis du bailleur", vis-à-vis des autres locataires!
Espérant aider à faire avancer notre société vers un monde plus juste!



Rosario Duarte da Costa
Copyright
29/09/2009

Director
José Leite Pereira

Director Adjunto
Alfredo Leite

Subdirector
Paulo Ferreira
 
 

Mãe matou filha deficiente e suicidou-se para acabar com abusos de vizinhos

Ontem

Anos de tormentos causados por jovens vizinhos levaram um mãe a matar a filha deficiente e a suicidar-se em Loughborough. O primeiro-ministro britânico está revoltado.

Fiona Pilkington sofreu mais de uma década de abusos por parte de um bando de jovens que lhe aterrorizava a família, urinando-lhe em casa, escarnecendo de uma filha deficiente e batendo num filho fortemente disléxico.

 
foto AP Photo/Leicestershire Constabulary/PA
Mãe matou filha deficiente e suicidou-se para acabar com abusos de vizinhos
Fiona Pilkington e a filha Francesca Hardwick
 

Apesar de repetidas chamadas para a polícia e de cartas desesperadas às autoridades locais, ninguém interveio para pôr termo à perseguição e Fiona acabou por se matar, juntamente com a filha deficiente, de 18 anos, incendiando o automóvel onde se encontravam, em Outubro de 2007.

"Foi um caso chocante e imensamente perturbador", comentou o secretário britânico do Interior, Alan Johnson, após o veredicto judicial, acrescentando que a polícia e as autoridades locais tinham "duras lições" para aprender.

Johnson acrescentou que "isto é o grito alerta de que precisamos para garantir que temos padrões consistentes para combater o comportamento anti-social".

O primeiro-ministro Gordon Brown vai abordar a questão do comportamento anti-social mais tarde, num discurso na conferência do Partido Trabalhista em Brighton.

"Não vamos ficar parados e ver a vida da maioria legal perturbada pelo comportamento da minoria sem lei", vai dizer o primeiro-ministro, de acordo com partes do discurso divulgados antecipadamente.

O inquérito à morte de Fiona e da sua filha Francesca Hardwick apurou que viveram durante anos com a casa pejada de pedras, ovos e farinha lançados por jovens vizinhos que pelo menos uma vez assediaram Francesca, que tinha a idade mental de quatro anos, para que levantasse a sua camisa de dormir.

O filho de Fiona, Anthony, agora com 19 anos, também foi perseguido durante anos. Uma vez, foi levado sob a ameaça de uma faca para um barracão, onde ficou fechado e noutra ocasião foi agredido com uma barra de ferro. O bando de perseguidores tinha elementos de várias idades, a começar pelos 10 anos.

O inquérito em Loughborough, no centro de Inglaterra, apurou que 33 chamadas para a polícia não mereceram atenção, considerando as autoridades que Fiona estava a "exagerar na reacção".

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