LISBOA-ville blanche! "une aide pour vous faire mettre un pas dans la ville"

 

 

 

 

LISBOA-La Ville Blanche !

 

 

On rentre parfois apeurés dans une ville que l’on ne connaît

pas…

On se pose avec un regard plié par tant de lumière. Et l’on tourne

sa tête –comme une toupie, pour appréhender le paysage circulaire.

Etonnement. Que de vieilles maisons enchevêtrées les unes dans

les autres, du jaune et du bleu, du bleu et du blanc saupoudrant les

regards !

 

On s’arrête sur une esplanade, des centaines de gens qui tergiversent

dans tous les sens puis, au centre de la place une vieille dame,

distribuant du pain aux pigeons de la ville…

 

Ouf. On a bu un Orangina, un Coca ou un Sumol et l’on repart sans

savoir encore par quel côté commencer.

 

En marchant on fait : Oh ! les pavages symétriques en noir et blanc-

comme un tableau de peintre que l’ont craint d’écraser-.

Et au fond le Tage superbe qui danse devant Lisboa, comme s’il fallait

l’émouvoir chaque jour…

 

Arrêt au bord du fleuve en quête de raisonnement pour commencer

l’immersion. Magnifiques les bateaux allant et venant, entre le Christ

roi saluant les visiteurs. Que de merveilles : un château moyenâgeux

à visiter ; la traversée du Tage – entre les deux ponts- ou par bateau.

On voit des collines –hautes comme si on allait vers la Tour de Babel.

Il faut du temps, de l’agilité, de l’organisation !

 

Voilà le tram - âgé on dirait-, mais où va-t-il ?!

 

Lisboa muette. Les passants courent après le travail ; les jeunes rigolent

comme dans toutes les grandes villes ! Des touristes passent, avec des

cartes touristiques à la main !

 

Eh bien, on doit se reposer. Ouvrir la fenêtre et respirer. Regarder le

ciel, écouter les bruitages alentour !

 

La nuit descend ternir la lumière. Mais, on voit toujours aussi clair.

En montant les rues les parfums inondent le corps. La faim se fait

sentir. Entrés dans un petit bar, les petits « pastéis de morue » avec

une bière sautillent dans les palais. Comme c’est bon Lisboa. C’est

l’Europe et l’on sent déjà des odeurs du Maroc. C’est aussi là que

l’on trouve les azulejos pour lesquels les arabes avaient transmis leur

savoir-faire.

Que c’est loin la France. Et Lisboa si près…

Alors que dire, sinon voir, apprendre et comprendre !

 

 

Rosario Duarte da Costa

Copyright

 02/8/2010

 

 

YouTube - Minhas imagens de Lisboa 2006

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Note : 4,8 sur 5,0

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- 4 min - 4 mars 2007
Castelo de São Jorge, Igreja da Sé, Bairro Alto, Rossio, Chiado.....
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Lisboa

Nesta página estão 19 imagens feitas em Lisboa. Colocando o mouse sobre as fotos você verá um texto adicional.

 

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Lisboa tem excelentes mirantes, pontos ideais para ver toda a cidade: Miradouro da Graça, Senhora do Monte, Sta. Luzia, S. Pedro de Alcântara, Castelo de São Jorge, Jardim do Torel, Penha de França e Cristo Rei.

Dentre todas as cidades que tivemos chance de visitar no hemisfério norte, e foram diversas, Lisboa foi a primeira.  Nunca esqueceremos aqueles instantes do alvorecer,  ainda no avião, quando após muitas horas de cansativo vôo sobre o Atlântico, vimos surgir ao longe uma tênue linha, indicando que finalmente o oceano chegava ao fim. E à medida que aquela linha se aproximava e tornava-se mais visível deixava de ser somente uma linha para transformar-se em terra firme, em realidade. Aquela era nossa primeira e inesquecível visão da Europa, e à sua frente estava Portugal. Era como se estivéssemos fazendo o trajeto inverso daqueles mesmos navegadores que deixaram Portugal há tantos séculos para descobrir o Brasil. Percebemos então, emocionados, que aqueles eram os primeiros momentos de muitas descobertas que nos aguardavam em terras distantes.

Após viajar tantas horas, atravessar um oceano e chegar num lugar tão distante, a sensação que tivemos ao nos vermos em Portugal foi difícil de descrever, pois quase tudo era  deliciosamente diferente e ao mesmo tempo maravilhosamente igual. Esta foi uma sensação que não voltamos a sentir em nenhum outro lugar. Olhar em volta, ver cartazes, painéis, prédios e veículos onde tudo está escrito na nossa mesma língua nos dá a impressão que não estamos tão longe assim de casa. Mas ao mesmo tempo Lisboa ostenta orgulhosa todo o desenvolvimento ocorrido nos últimos anos, principalmente depois da adesão ao mercado comum europeu, e logo vemos que sim, apesar da mesma língua , isto é Europa.

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Por onde começar a visitar à Cidade das Sete Colinas? Nós preferimos, sempre que possível, ter uma visão completa do lugar onde chegamos e em Lisboa, nada seria mais fácil. Basta ir ao Castelo de São Jorge, que tem localização privilegiada, pois permite ver toda cidade a seus pés. Não é difícil se orientar em Lisboa. O centro, região que concentra as principais atrações turísticas tem ao sul as águas do Tejo. Como que repartindo a cidade em leste e oeste existe um eixo imaginário, que partindo do rio, atravessa a Cidade Baixa, segue pela rua Augusta, praça do Rossio, Av. da Liberdade e chega à Praça do Marques do Pombal. Com cerca de quatro quilômetros, este eixo imaginário divide a cidade em leste (onde estão os bairros de Estefânia, Alfama e Graça) e oeste (Bairro Alto, Amoreiras, Lapa).

Veja o vídeo feito no local acima: Lisboa vista do Castelo de São Jorge.

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Um dos monumentos mais importantes de Lisboa, a Torre de Belém não pode ficar de fora de nenhum roteiro turístico. Está situada à oeste do centro, e a forma mais divertida de chegar lá e pegando um dos bondes (elétricos) que passam pela Cidade Baixa. Sua origem remonta ao século 15, quando integrava o projeto defensivo da cidade, construído ao longo do Tejo, mas a construção só foi efetivamente iniciada em 1514, sob o reinado de D. Manuel I. Com o tempo a torre deixou de ter função defensiva e desempenhou diferentes atribuições, como posto telegráfico, farol de sinalização, prisão e alfândega. O estilo da torre é nitidamente oriental e reflete a influência da dominação moura na península ibérica, acrescida de elementos arquitetônicos característicos do período Manuelino. A Torre de Belém está aberta para visitação dentro de determinados horários, e em seu interior podem ser apreciados a Sala do Governador, dos Reis, de Audiências, Capela e Terraço.

Veja mais detalhes sobre o castelo de São Jorge no setor Castelos e Palácios.

O bairro de Alfama é talvez o mais famoso e tradicional da cidade.  Ruas e estreitas vielas em labirinto, escadarias que perdem-se entre prédios antigos, balcões, residências,  restaurantes, casas de fado, roupas pendurada em varais, mercearias, tabernas e sacadas por onde transitam moradores, comerciantes e turistas, estes últimos em grupos ou solitários, mas sempre embevecidos com a magia deste lugar. O bairro está situado logo aos pés do Castelo de São Jorge, assim sugerimos visitá-lo na descida, o que será menos cansativo. O nome do bairro tem origem na palavra árabe al-hamma, a qual designava as fontes que existiam na época nesta parte da cidade. Não deixe de conhecer também a feira que realiza-se aqui duas vezes por semana, a Feira da Ladra, no Campo de Santa Clara. Um audacioso projeto de recuperação vem sendo posto em prática, prevendo a completa restauração de todos os prédios do Alfama.

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Ao lado, uma imagem da Rua Augusta, principal via comercial da cidade baixa, que corresponde ao centro. A rua liga o Arco do Triunfo à Praça do Rossio, e tem cerca de um quilômetro de extensão. Ao longo desta vibrante área comercial exclusiva de pedestres situam-se elegantes prédios abrigando lojas, cafés, confeitarias e também artistas de rua. Não deixe de visitar a doceria Lua de Mel, onde estão quitutes verdadeiramente deliciosos. Inclua nesta caminhada a Praça do Rossio,  considerado o coração da cidade e onde estão também muitos cafés e lojas. Depois caminhe só mais um pouquinho até a Praça das Figueiras e às ruas Prata e Madalena. Na outra extremidade da Rua Augusta situam-se a Praça do Comércio e o cais do rio Tejo e este é um bom lugar para sentar e apreciar o movimento dos barcos e a dança das gaivotas.

 

Ao cair da noite, siga pela mesma rua Augusta, dobre à direita e pegue o famoso Elevador de Santa Justa, a estrutura metálica da foto ao lado. Ligando a cidade baixa à cidade alta, este elevador é um dos marcos arquitetônicos mais conhecidos de Lisboa, e é conhecido também como Elevador do Carmo. Sua inauguração ocorreu em 1901, sendo que durante os dois primeiros anos ele era movimentado a vapor. Vencendo um desnível de cerca de trinta metros, sua plataforma superior fornece uma excelente vista das ruas centrais da cidade, o que o transformou mais em atração turística do que propriamente meio de transporte entre dois bairros da cidade.

Ao chegar na plataforma superior, depois de apreciar a linda vista da cidade, tem-se acesso ao Bairro Alto, uma região que até hoje parece preservar o esplendor da Lisboa tradicional. São praças e ruas tranqüilas, prédios que ainda preservam sua arquitetura original, casas comerciais tradicionais, restaurantes, bares e um ambiente tão agradável que nos dá vontade de ficar caminhando por ali o resto do dia.

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Se já estiver na hora do almoço e você continuar pelo Bairro Alto, saiba que está no lugar certo para uma refeição inesquecível. Por aqui estão mais de 200 restaurantes servindo a deliciosa comida típica portuguesa. O Gambrinus é um dos mais renomados, e se quer uma sugestão peça o Bacalhau ao Chico Lage, servido ao forno com batatas assadas, ovo cozido cortado em rodelas, cebola e muito azeite. Outra opção é o excelente Lagosta Real, na Rua Porta Santo Antão. E não esqueça de um bom vinho para acompanhar.

Ainda na Cidade Alta, e logo junto à saída do Elevador de Santa Justa, encontram-se as ruínas do Convento da Ordem do Carmo. Tanto o convento como a igreja do Carmo foram construídos entre 1389 e 1423, sendo que a igreja foi destruída no grande terremoto de 1755 e hoje somente parte de sua estrutura pode ser apreciada (foto ao lado), mas lá está também o Museu Arqueológico do Carmo, que com certeza vale uma visita.

 

A praça do Marquês de Pombal (também conhecida como Rotunda) situa-se num dos pontos nobres da cidade, entre a Avenida da Liberdade e o Parque Eduardo VII. Em destaque no centro da praça ergue-se o monumento inaugurado em 1934, em memória ao marquês, um vulto decisivo na reconstrução da uma cidade quase completamente destruída pelo terremoto de 1755. Foi ele, como ministro do rei D. José I, que liderou os esforços de reconstrução e reurbanização de Lisboa.  No topo de uma coluna de mármore encontra-se a figura do Marquês de Pombal, com a mão apoiada num leão simbolizando o poder, e na base do monumento estão representadas algumas de suas importantes realizações. O sub-solo da praça dá acesso à uma estação do metrô.

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A pouca distância do monumento encontra-se um dos principais centros comerciais da cidade, o Shopping Amoreiras.

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O Monumento aos Descobrimentos, também conhecido como Padrão dos Descobrimentos, está situado às margens do rio Tejo e homenageia todos aqueles que enfrentaram os oceanos e deram a Portugal, na época, o controle de praticamente metade do mundo. Foi inaugurado em 1960, em referência aos quinhentos anos da morte do Infante D. Henrique, patrono das grandes conquistas marítimas de Portugal. Em sua lateral estão representados marinheiros, navegadores, cartógrafos, estudiosos e todos aqueles que contribuíram para o que passou a ser conhecido como Era dos Descobrimentos. Visto de longe o monumento tem a forma de uma gigantesca caravela com o escudo de Portugal nas laterais, tendo à frente uma figura do próprio D. Henrique, e em destaque o poeta Camões, segurando um exemplar de Os Lusíadas.

Mas o melhor de tudo é a vista que se tem de sua plataforma superior, assim não esqueça e pegar o elevador e ir até a cobertura para apreciar de cima uma vista magnífica de Lisboa.

Veja um vídeo que gravamos visitando o Monumento aos Descobrimentos (Padrão dos Descobrimentos).

Esta é a vista que se descortina do alto do Monumento aos Navegadores. Logo abaixo situa-se a marina, e bem ao fundo a ponte 25 de Abril. Na direção oposta ao Tejo pode ser apreciada a imponente fachada do Mosteiro dos Jerônimos e a imensa rosa dos ventos, decorando o piso frente à entrada do Monumento dos Descobridores.  Depois visite o Museu Nacional de Arte Antiga (Rua das Janelas Verdes 95), maior coleção de pintura do país, situado num belíssimo palacete do século 17.  E complete o roteiro conhecendo também o Museu da Fundação Calouste Gulbenkian (Av. de Berna 45), uma das melhores coleções particulares de arte.

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Quase ao lado do Mosteiro dos Jerônimos fica o interessantíssimo Museu Nacional dos Coches. Tendo começado como escola de equitação, em 1905 foi transformado em Museu. Nele estão carruagens e cabriolés de diversas épocas, feitas não somente em Portugal, mas também na Italia, França, Espanha e Áustria. As peças cobrem um período de três séculos e fornecem um painel muito interessante sobre transportes e costumes de diferentes épocas. Carruagens utilizadas pela realeza e pelos nobres, desde as ricamente ornamentadas destinadas aos eventos importantes até as discretíssimas e totalmente cobertas, destinadas a levar seus ocupantes para encontros amorosos com o máximo possível de discrição. Não deixe de ver a carruagem especialmente encomendada por D. João VI, quando regressou do Brasil. Mais detalhes no site Museu dos Coches.

 

Das carruagens do século 16 e 17 para a globalização do século 21. Em 1998 Lisboa sediou a Expo 98, que teve como motivo "Os oceanos: um patrimônio para o futuro". Nada mais lógico para homenagear as conquistas marítimas portuguesas. Após o evento, o local recebeu o nome de Parque das Nações e esta é uma das visitas imperdíveis de qualquer turista.  Situado às margens do Tejo o local abriga diversas atrações, com destaque para o Oceanário, maior aquário do mundo, onde estão reproduzidos os cinco oceanos com suas respectivas variedades de peixes e mamíferos. Outras atrações do local incluem ainda o Pavilhão do Conhecimento, teleférico, diversos restaurantes, área de shopping e o grande salão de eventos e shows, o Pavilhão Atlântico.

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Lisboa preserva seu lado histórico, mas ao mesmo tempo tem  um lado moderno e dinâmico. Veja um vídeo que gravamos numa destas áreas, regressando do Shopping Colombo (o maior da Europa) por Vias de Ata Velocidade.

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Mesmo quem está passando pouco tempo em Lisboa não pode deixar de tirar ao menos alguns dias para conhecer as redondezas da cidade, como Queluz, Sintra, Cascais e Estoril.

Sintra é, nos dizeres antigos, a nobre villa cercada de muytas quintas, amenos bosques com muytas fontes de excelente água. Montes cobertos de densa vegetação e a proximidade do mar a transformaram na primeira opção de monarcas e nobres de séculos passados. Este foi o local escolhido para a construção de muitos palácios e palacetes, onde ainda hoje destacam-se os palácios da Pena, Vila e Queluz. D.João VI e  Carlota Joaquina, que juntamente com a corte portuguesa fugiram para o Brasil durante as guerras Napoleônicas, construíram em Queluz, em 1794, sua residência oficial. Nenhuma visita aos arredores de Lisboa seria completa se não estivesse incluída a visita a estes três grandes palácios, apreciando sua arquitetura e conhecendo sua história, que, por extensão, é também o próprio berço da história brasileira, já que muitas vezes os personagens de ambas se confundem.

A imagem ao lado foi feita no Palácio da Pena. Conheça mais detalhes sobre este local em Castelos e Palácios.  E em Sintra não deixe de visitar também a Almorávida, uma das tradicionais fabricantes de tapetes de arraiolos, situada na rua Visconde Monserrate 12/14.

Já Cascais e Estoril são balneários renomados pelo clima agradável, onde os ricos e famosos de nossos dias tem suas residências de verão. Mas mesmo quem está somente a passeio com certeza vai aproveitar não somente as belas praias (Praia dos Pescadores, dos Carcavelos, do Guincho), mas também as outras atrações da região, como o Palácio e Quinta da Marquesa de Pombal, Igreja Santo António do Estoril, Fort do Bugio, Museu Municipal, Museu do Mar e o Casino do Estoril, considerado o maior da Europa.

Sugestão de outro passeio muito legal (gira): Visite o extremo oriental da Europa, o Cabo da Roca.

Os tradicionais bondes - ou elétricos - de Lisboa são para o turista muito mais que um meio de transporte. Embora a cidade disponha de um eficiente e moderno sistema de transporte coletivo, com destaque para o metrô, passear nestes elétricos é a maneira mais prazerosa de percorrer os bairros antigos de Lisboa.  Com curiosidade observamos que até hoje não conseguirmos entender porque, se os portugueses nos entendem tão bem, os brasileiros tem freqüentemente tanta dificuldade em compreender o que os portugueses dizem. É fato que a pronúncia portuguesa é mais fechada que a brasileira, e como diz um grande amigo de família portuguesa, muitas pessoas por aqui tem o hábito de falar sem mexer quase os lábios, mas será que isto explica? As vezes não entendíamos uma única palavra de uma frase inteira.. :-)

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Veja os vídeos que gravamos chegando em Lisboa: Aterrissagem Noturna e Aproximação e Aterrissagem Diurna.

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Ninguém pode ir a Lisboa e deixar de visitar o belíssimo Mosteiro dos Jerónimos. Sua construção teve início em 1501 e as obras duraram aproximadamente um século. Considerado como o apogeu da arquitetura Monuelina, o mosteiro é sem dúvida o mais belo conjunto monástico de Portugal. Está situado a uma curta caminhada do Monumento aos Descobrimentos.  Destacam-se em seu interior o Claustro e os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama e Camões. O nome Mosteiro dos Jerônimos deve-se ao fato de o prédio ter sido entregue à Ordem dos Jerónimos, aqui estabelecida no ano de 1834.

 

Um passeio muito agradável ao circular pela Cidade Alta é embarcar num destes bondinhos, que ligam a região ao bairro mais baixo, às margens do Tejo. Existem diversos semelhantes a este em Lisboa, sendo que o que aparece ao lado ganhou o nome de Elevador da Bica, e foi inaugurado em 1892, ligando o Largo do Calhariz à Rua de São Paulo. O trajeto é rápido, cerca de três minutos, mas é tão agradável que não dá para esquecer. O nome deve-se à rua por onde ele faz seu percurso, chamada rua Bica Duarte Belo.

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Veja um vídeo que gravamos neste dia, descendo no Ascensor da Bica.

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Vista noturna da cidade Baixa, com destaque para o Castelo de São Jorge, ao fundo. O jantar em Lisboa é um evento especial, e sua única dificuldade será escolher onde e qual o prato, porque a variedade de opções beira o infinito. A cozinha portuguesa, com certeza, é um capítulo à parte em qualquer roteiro turístico. Algumas sugestões: Bacalhau ao Chico Laje, Mariscos na Cataplana, Cherne à Portuguesa, Amêijoas à Bulhões, Pato à Moda de Braga, Fava com Chouriço, Cozido à Portuguesa, Frango na Púcara, Batatas ao Murro, Rojões do Porto, Carapaus do Algarve, Fava Guisada, Matrafões, Salada de Polvo, Arroz de Sarrabulbo e Pataniscas de Bacalhau.

E como sobremesa? Imperdível é o Pastel de Santa Clara ou então o Pastel de Natas, conhecido também como pastelzinho de Belém. Experimente também Toucinho do Céu, Trouxa de Ovos, Fatias Douradas, Queijinho do Céu ou Lampreia de Ovos, ou ainda os Ovos Moles de Aveiro. Mas mesmo que você prefira os doces tradicionais, como chocolates e tortas diversas, pode estar certos que em Portugal eles são preparados como uma obra de arte, dedicados a satisfazer ao paladar mais exigente.

Impossível também é não aproveitar a oportunidade para experimentar os bons vinhos portugueses. Entre as regiões que se destacam na produção de vinhos de qualidade internacional estão o Alentejo, Bairrada,  Douro (de onde vem o famoso Vinho do Porto), Dão, Minho e Península de Setúbal, para citar somente algumas. Mas na verdade você não precisa pagar mais Euros que o necessário para ter um bom vinho acompanhando sua refeição. Mesmo os chamados Vinhos da Casa costumam ser ótimos, não deixando nada a desejar como acompanhamento de uma refeição memorável.

Mas Lisboa é inesquecível para nós também por um motivo muito especial. Esta foi a primeira cidade que visitamos ao viajar em lua de mel. Já estivemos lá novamente depois daquela primeira vez, mas, como se diz por aí, a primeira vez a gente nunca esquece. Em nossas lembranças Lisboa estará sempre associada à emoção de chegar ao velho continente, à alegria de viver coisas novas, às pequenas e importantes descobertas que só numa viagem desse tipo são feitas. Por tudo isto e tantas outras coisas difíceis de explicar, Lisboa permanecerá sempre em nossos corações como a cidade mágica, coadjuvante perfeita de uma história de amor sem data para terminar.

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  Veja também: Vídeo Voando de Lisboa para Paris e Set com imagens em maior resolução de Lisboa.

A música desta página é o fado Julia Florista. Para interromper sua execução clique em X (parar).   

Bandeira de Portugal.