Nouvelles du jour: Grève au Portugal ...France: Mohamed Merah est mort ...

Publié le par Rosario Duarte da Costa

 

 

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Grève au Portugal!

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S O L I D A R I T E, avec le peuple portugais!



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Imprensa europeia destaca impacto da greve nos transportes
22 de Março, 2012
A imprensa europeia noticia hoje a greve geral em Portugal, lembrando que é a segunda desde que Portugal pediu o resgate internacional, e destacam o impacto da paralisação sobre os transportes públicos.

Nos jornais de língua inglesa, o Wall Street Journal diz que a paralisação «encerrou» os serviços de transportes públicos em todo o país e cita as declarações da CGTP, de que o país chegou ao máximo de austeridade que pode aguentar.

O jornal cita palavras de um taxista que admite que as condições actuais são «as piores que conheceu na vida» mas que também diz que os portugueses aprenderam, com a Grécia, «que as manifestações e as greves não vão mudar nada».

A agência noticiosa Reuters refere, por seu lado, que «os trabalhadores portugueses pararam comboios, pararam portos e paralisaram a maioria dos transportes públicos» e lembram uma das palavras de ordem do dia de hoje, «ocupar as ruas, bloquear tudo».

A agência noticiosa Reuters diz que o «novo líder comunista da CGTP, Arménio Carlos, quer lutar contra as medidas» de austeridade mas, numa comparação face à Grécia, recorrente em toda a imprensa internacional, acrescenta que os «Portugueses, até agora, mostraram pouco interesse em imitar os protestos vistos na Grécia» e lembra que a UGT aceitou as reformas e que os trabalhadores do sector privado têm demonstrado «relutância» em participar na greve.

Por seu lado, o jornal britânico The Guardian, no blogue sobre economia e mercados, refere que «a greve geral teve um forte impacto nos transportes públicos em Lisboa» e cita notícias de que «algumas crianças foram enviadas para casa, porque os professores e pessoal auxiliar não se apresentaram ao trabalho».

Em França, o jornal Libération titula que «Um Portugal em greve quer dizer basta à austeridade» e diz que a paralisação tocou «particularmente» os transportes das principais cidades, e chama a atenção para as manifestações previstas para hoje.

O jornal cita a confiança de Arménio Carlos, o secretário-geral da CGTP, bem como a opinião da central sindical de que a reforma do código laboral «e o regresso ao feudalismo», mas lembra também a opinião de diversos analistas, de que a contestação em Portugal nunca teve a amplitude de outros países europeus, «a Grécia em Particular».

Já a revista Nouvel Observateur e o canal de televisão TF1 noticiam, na sua página na Internet, que a greve geral «põe Portugal a meio gás» e diz que a CGTP, o «principal sindicato, espera uma forte mobilização contra as medidas de austeridade do  Governo, responsáveis, segundo eles pela recessão e do desemprego».

Em Espanha, o jornal El País, nas páginas de economia, lembra que esta é a «segunda greve geral em quatro meses e é também a segunda greve geral convocada contra as políticas de austeridade do Governo».

«Lisboa amanheceu sem metro, com os autocarros a funcionar a 15% e com os barcos que ligam a capital portuguesa às populações ribeirinhas próximas paralisados», relata o jornal espanhol, referindo que «basta dar uma volta por Lisboa para ver que a greve afecta os transportes e a recolha de lixo, mas que os centros comerciais, as lojas e os cafés e restaurantes não foram afectados».

O jornal El Mundo, que tem também na sua página na Internet um vídeo com imagens das primeiras horas da greve, começa o texto por explicar que é a reforma laboral que Lisboa aprovou recentemente a causa desta greve que, para o jornal, «está a ter efeitos negativos para a economia lusa», ao lado das medidas que Portugal aprovou para receber o resgate.

 Lusa/SOL

 

 

 

 

 

 



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Greve geral leva para a rua descontentamento dos portugueses

Centenas de milhares de portugueses serão afectados pelas paralisações nos transportes. CGTP conta com "uma forte adesão dos trabalhadores".

Jorge Horta


 

 

Lisboa - Os efeitos da greve geral convocada para hoje pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) ainda não são conhecidos, mas a iniciativa de protesto promete ter impacto no sector dos transportes e, consequentemente, em centenas de milhares de portugueses que os utilizam para ir trabalhar. A greve promovida pela CGTP é a segunda no espaço de quatro meses e visa mostrar ao Governo o descontentamento popular com as medidas de austeridade que têm vindo a ser tomadas.

O Metropolitano de Lisboa parou totalmente a sua actividade às 23h20 desta quarta-feira e assim continuará até às 6h30 desta sexta-feira, o que deverá afectar cerca de 550 mil utilizadores deste transporte público.

O Governo não deverá dar quaisquer informações sobre a adesão à greve de hoje, evitando entrar em guerras de números com a CGTP.

A central sindical, de resto, já começou a avançar alguns resultados parciais da greve, dando conta, no seu site, que os primeiros dados "confirmam uma forte adesão dos trabalhadores".

A CGTP exemplifica que nos serviços municipais de recolha do lixo há taxas de adesão de 100% em cidades como Almada, Palmela e Seixal, de 80% em Évora e de 95% em Matosinhos. A mesma fonte refere que nos Bombeiros Sapadores de Lisboa a adesão se cifra em 95%.

"No sector portuário, a maioria dos portos nacionais estão encerrados (Algarve, Setúbal, Lisboa, Figueira da Foz, Aveiro, Viana do Castelo, Caniçal) e cerca de duas dezenas de navios já desviaram a rota para outras paragens", informou a CGTP.

Na sociedade portuguesa, há diversas reacções a esta greve, embora ninguém ponha em causa a legitimidade da iniciativa e o direito dos trabalhadores a manifestarem-se.

A escritora Inês Pedrosa declarou ao jornal "Público" que "esta greve é capaz de ser forte, mas só porque a CGTP tem uma presença marcante no sector dos transportes". A escritora considera que "há definitivamente razões para o protesto", mas lembra que a perda do dia de salário para quem faz greve pode ser determinante.

"Quem faz greve perde um dia de trabalho e há muita gente que não pode fazê-lo sob pena de não ter o que comer ao fim do mês. Eu trabalho a recibos verdes e não vou fazer greve", testemunhou Inês Pedrosa.

Já o presidente da Unicer, António Pires de Lima, que tem funções dirigentes no CDS (parceiro da coligação governamental com o PSD), disse ao "Público" que "estamos a viver um momento delicado, em que há muitas pessoas a perderem o trabalho e a viverem momentos de incerteza".

"Este clima, que é do ponto de vista económico recessivo, afecta as pessoas, fá-las viver com medo, deprimidas.

E, por isso, é respeitável que protestem, mesmo sabendo que infelizmente não existe outro caminho, no curto prazo, que não proceder, ao nível da economia e das empresas, aos ajustamentos que estamos todos a fazer", disse Pires de Lima.

A greve geral da CGTP prevê ainda uma série de concentrações, de manhã e de tarde, em várias localidades do país. Em Lisboa a manifestação irá, a partir das 14h, do Rossio em direcção à Assembleia da República.

Recorde-se que em novembro último paralelamente a um desfile da CGTP decorreu uma manifestação do movimento dos "Indignados", que em frente à Assembleia da República acabou por gerar alguns conflitos com a polícia, que foi acusada de uso excessivo da força contra os manifestantes.

 

 

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Florence Cassez

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