Portugal, des Journalistes battus (ex: AFP)!

Publié le par Rosario Duarte da Costa

 

 

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PSP averigua incidentes com jornalistas para “verificar legalidade” dos actos fotografados

22.03.2012 - 23:27 Por Lusa

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A PSP vai averiguar os incidentes entre as forças policiais e os jornalistas que nesta quinta-feira ficaram feridos, para “verificar a legalidade dos actos que as fotos demonstram”, apelando à sua “correcta identificação” durante as manifestações.

 

www.correiodamanha.pt

 

 

A polícia estava preparada para eventuais conflitos e mobilizou o corpo de intervenção para o desfile de Lisboa, entre o Rossio e o Parlamento

  

Greve geral: Desfile em Lisboa e protesto no Porto

Confrontos marcam ‘manif’

A greve geral ficou marcada ontem por vários confrontos em Lisboa e no Porto, que por momentos fizeram lembrar a Grécia.

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  • Em Lisboa, segundo a PSP, registou-se pelo menos três feridos e um detido. Segundo a porta-voz do comando de Lisboa, o detido é um manifestante que lançou petardos e agrediu polícias, tendo sido constituído arguido. Entre os feridos estão dois fotojornalistas, um da Lusa e outro da France Press, e, segundo a PSP, um polícia que teve de receber tratamento hospitalar.

Em Lisboa, o palco dos incidentes foi o Chiado, quando elementos do Movimento Indignados, que se juntaram ao desfile da CGTP entre o Rossio e a Assembleia da República, se envolveram em escaramuças com a polícia. O descontrolo da situação obrigou à acção do Corpo de Intervenção, justificou a PSP. Na sequência desta intervenção, o fotógrafo da Lusa José Goulão teve de ser suturado no hospital com seis pontos na cabeça.

Também a fotojornalista Patrícia Moreira, da France Press, foi vítima da carga policial. "Os polícias começaram a varrer tudo; cadeiras, mesas, pessoas", contou a jornalista ao CM. "A polícia atirou-me ao chão tendo, ainda assim, continuado a agredir-me. Acabei por levantar-me com a ajuda de um manifestante", acrescentou. A repórter pondera apresentar queixa.

Segundo a PSP, os incidentes no Chiado começaram quando a polícia identificou um manifestante que tinha rebentado um petardo, levando a que outros arremessassem contra os agentes "chávenas, garrafas" e outros objectos. Várias esplanadas, como a Brasileira, foram então ‘varridas'.

No Porto registaram-se incidentes frente

 

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Grève générale et manifestations contre l'austérité au Portugal

Le Monde.fr avec AFP | 22.

De nombreux secteurs publics, en particulier les transports, ont été perturbés au Portugal par une grève générale contre les mesures d'austérité du gouvernement de centre-droit, jeudi 22 mars. Mais la mobilisation a semblé inférieure à celle des précédents mouvements sociaux.

Troisième pays de la zone euro à obtenir une assistance financière après la Grèce et l'Irlande, le Portugal a reçu en mai 2011 de l'UE et du FMI un prêt de 78 milliards d'euros en échange d'un plan de réformes. Un plan marqué par des mesures de rigueur sans précédent.

> Lire notre cadrage, "Malgré les efforts consentis, l'horizon reste sombre pour le Portugal"

Des manifestations ont eu lieu dans la capitale et dans plusieurs autres villes. A Lisbonne, le métro a été fermé et l'activité dans les principaux ports du pays réduite. Hôpitaux, tribunaux, administrations, postes, bibliothèques, musées, ramassage des ordures ménagères, de nombreux services publics ont tourné au ralenti. Le mouvement n'a pas touché les transports aériens tandis qu'à Lisbonne, un service minimum était assuré pour les transports en commun.

"INTIMIDATION SUR LES LIEUX DE TRAVAIL"

Sans donner d'indications précises sur l'ampleur de la mobilisation, le leader de la centrale, Aménio Carlos, a mis en avant "les difficultés financières et l'intimidation sur les lieux de travail", pour expliquer une participation apparemment inférieure à celle qu'il espérait.

Une brève échauffourée a toutefois éclaté entre des jeunes "indignés", qui organisaient leur propre cortège, et les forces de l'ordre qui les encadraient. Selon l'agence Lusa, qui a fait état de plusieurs blessés légers, des jeunes ont jeté des objets en direction de la police qui a ensuite chargé les manifestants.

La principale confédération syndicale portugaise CGTP avait appelé à la grève sans le soutien de l'autre grande centrale syndicale, l'UGT, qui l'avait épaulée lors des deux précédentes grèves générales de novembre 2010 et novembre 2011. Les deux syndicats se sont divisés sur une réforme du code du travail, acceptée par l'UGT mais que la CGTP a catégoriquement rejetée, qualifiant de "retour au féodalisme" l'assouplissement en matière d'horaires et de licenciements et la suppression de jours fériés et de jours de congés.

Cette réforme annoncée par le gouvernement sera la semaine prochaine au Parlement, où la coalition de droite dispose d'une confortable majorité.

 

Publié dans Dialogues

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