Sou a estátua de mármore
Uma liberdade da arte
A abrir-te a consciência.
Sou o poder, a harmonia,
A existência do ser,
Sentada no trono de amor.
Sou a alma do universo,
A poesia do pensamento.
Carrego em mim as espadas,
Entre o céu e o vento.
Sou o teu olhar profundo
E, humilde como a rosa.
Trago nos seios a brandura
Da noite calma, silenciosa.
Sou uma raínha, uma mae,
Balançando os filhos nos braços.
Como as árvores carregam
Os frutos nos seus regaços.
Trago em mim
Um desejo eterno de amar.
O céu, um rio, uma fonte
Ou, uma estrela qualquer.
Caminho sempre
Nesta urgência de amar.
Vou, rosto aberto e sem véu
Respirando o iodo do mar.
Vou…
Vendo os barquinhos voar
Como as gaivotas no céu
Nesse mar que ai é meu!
Rosario Duarte da Costa
15/05/2003
(copyright)
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Amiga Rosário,
Obrigado! Continuo de férias em El Masnou... e nesta tarde vou no TGV (cá,
AVE) até Saragoça para visitar a Expo (na quarta feira à noite estarei de novo cá...). Um abraço amigo para ti e para toda a tua família!
= F.G.
= Como curiosidade:
Expo Zaragoza 2008 ::
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